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GLOSSÁRIO
Conheça os significados dos termos técnicos utilizados no site da Coface.
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ACÇÃO DE RECUPERAÇÃO
O Processo de Recuperação de Empresas é um meio processual adequado que pode ser requerido pela própria empresa, pelo(s) credor(es), ou mesmo pelo Ministério Público, quando a empresa esteja em situação económica difícil ou em situação de insolvência. Se a situação for possível de melhorar, isto é, se a empresa se mostrar economicamente viável, após uma proposta da assembleia de credores nesse sentido, o Juiz pode decretar uma ou mais providências de recuperação, tais como: a concordata, a reconstituição empresarial, a reestruturação financeira e a gestão controlada. Se, pelo contrário, a empresa não for economicamente viável, o processo normal será declará-la em regime de falência.
ACCIONISTAS
Indivíduo, empresa ou entidade pública, titular de acções de uma Sociedade Anónima, ou de qualquer outro tipo de Sociedade Empresarial.
ACÇÕES
Título de crédito representativo da participação que os accionista têm no capital de uma sociedade anónima. Parte do capital social de uma Sociedade Anónima.
ACTIVIDADES ECONÓMICAS
Actividades interrelacionadas de cultivo, criação, extracção, transformação-produção, construção, distribuição-comercialização, ou de prestação de serviços, exercidas por entidades que valorizam as matérias, mercadorias e serviços dos seus fornecedores para os seus clientes de produtos, mercadorias e serviços (ex.: extracção de pedras ornamentais - transformação em blocos - construção de edifícios).
ACTIVO
Conjunto de todos os bens e direitos que formam o PATRIMÓNIO da entidade, tais como: investimentos, empregos, aplicações (numa óptica económico-financeira) e direitos (numa óptica jurídica) da entidade, representados no seu balanço.
ACTIVO CIRCULANTE
Conjunto de todos os bens e direitos que formam o PATRIMÓNIO da entidade, com um ciclo de disponibilização relativamente rápido (inferior a um ano).
ADMINISTRADORES
Responsáveis pela administração ou pela gerência de uma determinada entidade empresarial, por vezes podem fazer parte do Conselho de Administração da empresa.
AMOSTRA REPRESENTATIVA DO MERCADO
Pequena fracção de informação relativamente ao mercado (nomeadamente à informação sobre empresas) que vai permitir extrapolar conclusões acerca do perfil de um determinado tipo de mercado/sector/consumidor, através do conhecimento das suas características.
AMOSTRA SECTORIAL
Subconjunto do universo do sector, determinado a partir da Base de Dados Financeira COFACE.
ANALISE ECONÓMICO-FINANCEIRA
Consulte Análise Económico-Financeira.
AUTONOMIA FINANCEIRA
Capacidade da empresa, através dos seus capitais próprios, fazer face ao investimento.
AVULSO
Aquisição de algum Produto ou Serviço da Coface através de uma transacção efectuada em Euros/Escudos e não no sistema de Unidades de Crédito. |
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BALANÇO
É um documento contabilístico que retracta, em determinado momento (geralmente a 31 de Dezembro), a situação PATRIMONIAL e FINANCEIRA de uma empresa.
BANCO
Instituição financeira, pública ou privada, que realiza operações mercantis relacionadas com dinheiro ou com os títulos e os valores que o representam.
BENS IMÓVEIS
Bens susceptíveis de apropriação, podendo ser propriedades (casas, armazéns ou terrenos), riquezas ou capital.
BENS PATRIMONIAIS
Bens detidos por uma entidade, que fazem parte integrante do capital envolvido nos negócios, entre os quais destacamos: propriedades, casas, veículos, entre outros.
BENS PENHORÁVEIS
Bens imóveis e patrimoniais passíveis de conversão em liquidez, através da sua penhora.
BUSCA
Pesquisa efectuada pela Coface em Conservatórias do Registo Predial, Comercial, Automóvel ou Civil, para identificação e confirmação de bens.
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C.A.E.
Classificação das Actividades Económicas (INE - 1992). Consulte as FAQ's.
CAPACIDADE TOTAL DE ENDIVIDAMENTO
É o valor limite entre o financiamento próprio (Autofinanciamento) e o financiamento alheio (Endividamento) da empresa.
CAPITAL PRÓPRIO
Conjunto de recursos postos à disposição da entidade pelos seus proprietários, ou seja, o FINANCIAMENTO PRÓPRIO da entidade de liberação (autofinanciamento gerado pela própria actividade da entidade).
CAPITAL SOCIAL
Valor representativo da soma das quotas ou acções dos sócios / accionistas.
COBRANÇA
Diligências efectuadas pela Coface, com o objectivo de reduzir os prazos médios de recebimento ou recuperar valores em dívida, mediante uma comissão.
CÓDIGO COFACE
Código numérico, composto por oito dígitos, que identifica todas as entidades registadas na Base de Dados Coface.
COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL
Área de negócio relacionada com o tratamento de imagem de um entidade empresarial, bem como, de toda a sua comunicação para o mercado.
CONCEITO COMERCIAL
Apreciação da tesouraria de uma entidade, com base no parecer de referências colhidas em várias fontes (fornecedores), sendo também influenciado pelas demonstrações financeiras e cruzamentos efectuados na Base de Dados Coface.
CONSTITUIÇÃO
Formalização legal da criação de uma empresa.
CONTENCIOSO
Situação judicial em que existe contenção ou litígio, devido a uma situação anómala ocorrida anteriormente.
CRÉDITO DE FORNECEDORES DE EXPLORAÇÃO
Agregado dos saldos credores das contas de fornecedores de matérias, mercadorias e serviços. Tem por base os fornecimentos que são pagos a prazo.
CRÉDITO MALPARADO
Dívida(s) de terceiro(s) não liquidadas nos prazos acordados.
CRÉDITOS PÓS-VENCIDOS
Valores que uma entidade tem para receber de um cliente que se encontram fora de prazo de pagamento.
CRÉDITOS PRÉ-VENCIDOS
Valores que uma entidade tem para receber de um Cliente que se encontram dentro do prazo de pagamento.
CURTO PRAZO
Período temporal inferior ou igual a um ano.
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D
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DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS
É um documento contabilístico que ilustra o processo de formação de Resultados dentro da empresa, isto é, a sua capacidade para gerar lucros. Demonstração financeira complementar ao Balanço, que fundamenta o resultado líquido do exercício, pelo confronto entre proveitos e custos, em diferentes níveis (operacional, financeiro, extraordinário) e num determinado período temporal (por exemplo, o exercício anual).
DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
Representação da realidade económico-financeira da entidade, por via da apresentação integrada de contas agregadas de acordo com os seguintes critérios: Investimento/Financiamento (Balanço); Proveitos/Custos (Demonstração de Resultados); Resultado Líquido; Demonstração dos Fluxos de Caixa; Aplicações de Tesouraria + Depósitos Bancários e Caixa.
DIMENSÃO DE TESOURARIA
Conceito da Análise Económico-Financeira da Coface que aborda a relação entre os fluxos de recebimentos e de pagamentos, com vista a avaliar a incerteza de existirem rupturas ou insuficiências de liquidez, para fazer face aos compromissos de pagamento (risco financeiro de tesouraria).
DIMENSÃO ECONÓMICA
Conceito da Análise Económico-Financeira da Coface que, aborda a relação entre a rendibilidade económica de uma entidade empresarial (baseada na capacidade de gerar meios monetários e financeiros por via da actividade económica) e o seu risco económico (dependente do peso dos custos fixos de exploração, que não variam com a variação do volume de negócios).
DIMENSÃO ESTRATÉGICA
Conceito da Análise Económico-Financeira da Coface que, aborda os factores determinantes da rendibilidade versus risco da entidade empresarial, a relação entre os objectivos e os meios da mesma, dentro dos limites da informação disponível: a dinâmica de captação de mercado e os factores de competitividade associados (internacionalização, valorização, qualificação, investimento, produtividade).
DIMENSÃO FINANCEIRA
Aborda a relação entre a rendibilidade financeira de uma entidade empresarial (baseada na capacidade de geração de resultados líquidos positivos) e o seu risco financeiro (dependente do peso dos capitais alheios no total do financiamento).
DIMENSÕES DA ANÁLISE
A Análise Económico-Financeira da coface mope é composta por quatro dimensões de análise: a Estratégica, a Económica, a Financeira e a de Tesouraria; as quais servem como elementos chave para avaliar a performance da empresa no seu todo.
DIRECTORES
Quadros de Direcção de uma entidade empresarial, responsáveis pelos resultados e funcionamento de uma determinada Direcção ou Departamento da empresa.
DG
Diário do Governo
DL
Decreto-Lei
DR
Diário da República
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EIRL
Estabelecimento Individual de Responsabilidade Limitada.
ENDIVIDAMENTO
Quando o total do Passivo de uma empresa (Endividamento) é superior ao total dos seus Capitais Próprios (Financiamento Próprio).
ENI
Empresário(s) em Nome Individual - Pessoa singular com negócio(s).
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FALÊNCIA
Estado de uma entidade impossibilitada de cumprir as suas obrigações, depois de se ter mostrado economicamente inviável ou considerado impossível a sua recuperação financeira.
FICHEIROS PADRONIZADOS
Bases de Dados fornecidas pela coface mope que contêm informação específica sobre determinados segmentos do universo empresarial Português (por exemplo, Parque Automóvel Nacional).
FORMA JURÍDICA
Natureza legal de uma entidade empresarial.
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GERENTE
Responsável, sócio ou não, da gerência de uma entidade empresarial.
GESTÃO DE COBRANÇAS
Serviço prestado pela Coface aos seus Clientes, com o objectivo de reduzir os prazos médios de recebimento ou recuperar valores em dívida, convertendo incobráveis em liquidez.
GRUPO ALVO
Conjunto homogéneo com características pessoais, profissionais, sociais, sectoriais ou regionais, que indiciam maior apetência para determinado produto, tornando-se por isso o segmento de mercado sobre o qual uma empresa faz recair a sua atenção e intenção de comercializar.
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I |
IMAGEM CORPORATIVA
A imagem institucional de uma empresa ou organização, traduzida principalmente no logotipo e imagem gráfica de todos os suportes comunicacionais e institucionais de uma organização.
INCIDENTES
Acções Cíveis (ordinária, sumária, sumaríssima, execução, injunção e acção especial de cumprimento de obrigação pecuniária - AECOP) e Protestos (são resultantes do desconto de letras ou livranças cuja liquidação não foi efectuada no prazo acordado).
INDICADORES ECONÓMICO-FINANCEIROS
Relações entre variáveis económico-financeiras e/ou contas que indicam determinados sinais (sintomas) sobre a entidade, em termos da sua saúde económico-financeira. São, igualmente, a base do sistema de perguntas-respostas do Modelo da Análise-Notação Coface.
A título de exemplo: o indicador «liquidez geral» (óptica patrimonial e contabilística) se assumir um valor inferior a 1 não significa que a entidade tenha uma probabilidade elevada de ter rupturas de tesouraria. (Consultar LIQUIDEZ GERAL).
ÍNDICE DE ACTUALIZAÇÃO
É a frequência de actualização da informação disponível na Base de Dados da Coface.
INFORMAÇÃO DO SECTOR
Informação recolhida junto de entidades empresariais pertencentes a um determinado sector.
INFORMAÇÃO INTERNACIONAL
Informação recolhida junto das congéneres da Coface sobre entidades empresariais sediadas no estrangeiro.
INFORMAÇÃO DE CRÉDITO
A informação que identifica, avalia e caracteriza uma entidade empresarial, fornecendo-lhe os dados essenciais para tomar com segurança as importantes decisões de concessão de crédito.
INFORMAÇÃO DE MARKETING
Informação sobre o universo empresarial português, utilizando vários critérios de segmentação: dimensão, geográficos, notação, data de início de actividade, entre outros.
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JOA
Jornal Oficial do Açores
JOCC
Jornal Oficial das Comunidades Europeias.
JOM
Jornal Oficial da Madeira
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LIMITE DE CRÉDITO TOTAL
Capacidade de endividamento total de uma entidade, perante os seus fornecedores de exploração, expressa num montante de limite de crédito a partir do qual se considera que poderá existir um risco elevado de incumprimento de pagamentos.
Se o fornecedor confrontar o valor do limite, com o valor de referência (último saldo disponível de fornecedores de exploração) pode observar se o mesmo é igual, superior ou inferior e, deste modo, obter uma indicação do sentido a dar à sua política de crédito em relação ao cliente em análise (=, +, -).
LIMITE DE CRÉDITO PARCIAL
Para o fornecedor obter um valor indicativo do limite de crédito a atribuir ao seu cliente (entidade em análise) poderá estimar o peso relativo dos seus fornecimentos no total de fornecimentos (compras ou custo das mercadorias e das matérias + fornecimentos e serviços externos contidos no Relatório de Crédito Coface) do cliente em causa e multiplicar a % que traduz esse peso relativo pelo limite de crédito total.
LIQUIDEZ
Capacidade que uma entidade tem para solver os seus compromissos no curto prazo.
LIQUIDEZ GERAL
Relação entre os activos passíveis de se transformarem em liquidez a curto prazo e os passivos exigíveis a curto prazo. É um conceito que apresenta bastantes limitações, na sua óptica patrimonial e contabilística, nomeadamente por não captar a relação entre as necessidades financeiras cíclicas de exploração e os recursos financeiros cíclicos de exploração, bem como os «exigíveis de curto-prazo» "estáveis" (ex: empréstimos de sócios com variações positivas ou nulas).
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M |
MARCAS
Principais marcas representadas, ou próprias, por uma entidade empresarial.
MARKETING EMPRESARIAL
Produtos e serviços Coface que permitem definir estratégias comerciais; segmentar e caracterizar mercados, seleccionar clientes e outros parceiros de negócios ou efectuar acções de Mailling.
MAILBOX
Meio de expedição de informação da Coface, através do serviço Online.
MÉDIO E LONGO PRAZO
Horizonte temporal superior a um ano.
MERCADOS DE DESTINO
Países, ou Zona Geográfica, com os quais a entidade estabelece relações comerciais. (Exportação).
MERCADOS DE ORIGEM
Países, ou Zona Geográfica, com os quais a entidade estabelece relações comerciais. (Importação).
MODELO PERICIAL DE ANÁLISE
Representação da realidade da entidade que traduz um conjunto de regras de comportamento em termos económico-financeiros que substituem a presença do(s) perito(s), de tal forma que o relatório de análise é "automático". Face às perguntas (indicadores) colocadas às entidades, são dadas as respostas (através dos valores assumidos pelos indicadores confrontados com referências) em forma de textos, pontuações, notas.
MUPIS
Suportes publicitários de mobiliário urbano.
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N |
NIPC
Número Identificação de Pessoa Colectiva - número de contribuinte.
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OCORRÊNCIAS ALARMANTES
Qualquer tipo de ocorrência que tenha características que tenham impacto negativo na actividade da empresa.
ONLINE
Acesso directo, em tempo real, via Internet, aos Produtos e Serviços comercializados pela Coface.
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P |
PARTICIPAÇÕES FINANCEIRAS
Situação em que uma empresa possui quotas ou acções de outra ou outras empresas, participando assim no seu Capital Social.
PASSIVO
Financiamentos alheios dos investimentos, recursos alheios dos empregos, origens alheias das aplicações (óptica económico-financeira) e deveres (dívidas) perante terceiros (óptica jurídica).
PASSIVO CURTO PRAZO
Passivos exigíveis a curto prazo (até um ano).
PEDIDO DE INVESTIGAÇÃO
Quando o Cliente da Coface não encontra informação disponível acerca de determinada entidade, pode executar um pedido.
PERFIL DE MERCADO
Análise estatística de um determinado grupo de entidades, representada pelas variáveis: dimensão, geográficas e sectoriais.
PME'S
Pequenas e Médias Empresas com um volume de negócios até 11.971,15 € e com menos de 500 trabalhadores.
PRAZO DE RECEBIMENTOS
Prazo estipulado entre duas entidades empresariais para definir o pagamento de uma determinada transacção comercial.
PRÉ-CONTENCIOSO
Fase que antecede à colocação de uma acção judicial.
PREVISÃO DE VENDAS
Previsão do Valor de Vendas a realizar num determinado período de tempo (normalmente um ano), pela empresa.
PRINCIPAL GESTOR
Responsável máximo de uma entidade empresarial que assume as funções de Gerente, Presidente ou Administrador, ou outra, na empresa.
PROCESSO JUDICIAL
Meio processual apresentado em Tribunal, que implica o envolvimento entre duas partes, uma arguida e outra acusadora de qualquer comportamento que infrinja ou quebre um acordo estipulado entre as partes.
PROJECTOS DE INVESTIMENTO
Plano para a realização de um acto; representação gráfica e escrita, acompanhada de um orçamento que torne viável a realização de uma obra.
PROTESTO
Acto autêntico destinado essencialmente a estabelecer a prova de certos factos positivos ou negativos que influem no desenvolvimento e exercício dos direitos cambiários, principalmente a falta de aceite, de pagamento de uma letra ou outros títulos.
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RELATÓRIO DE CRÉDITO
Documento que reúne um conjunto de informações que identificam, avaliam e caracterizam uma determinada entidade empresarial. Relatório com informação de apoio às decisões nas concessões de crédito.
RELATÓRIO DE CONTENCIOSO
Documento que reúne um conjunto de informação que, após buscas em conservatórias, identifica e avalia a titularidade dos bens de uma determinada entidade empresarial.
RENDIBILIDADE DAS VENDAS
Capacidade da entidade obter resultados por via da sua captação de mercado e através da sua exploração. Pode ser avaliada pelo indicador resultado de exploração / volume de negócios.
RENDIBILIDADE DO ACTIVO LÍQUIDO
Capacidade da entidade obter resultados para os seus financiadores, por meio dos investimentos que realizou. Pode ser avaliada pela relação: resultado de exploração / activo líquido.
Rentabilização do Investimento Total da empresa, se este fosse totalmente financiado por Capitais Próprios, ou seja, se a empresa não tivesse encargos para obter Capitais Alheios.
Todos os valores que uma empresa possui ou tem a receber.
RENDIBILIDADE DO CAPITAL PRÓPRIO
Capacidade da entidade obter resultados para os seus sócios-accionistas, com base na aplicação dos seus capitais próprios que financiam a entidade. Pode ser avaliada pela relação resultado líquido / capital próprio. Rentabilização dos Capitais Próprios (Autofinanciamento) investidos na empresa.
Rentabilização do dinheiro que constitui o fundo de uma indústria, sociedade comercial ou de um rendimento.
REPRESENTATIVIDADE DA AMOSTRA SECTORIAL
Peso relativo da amostra no universo estimado do sector, determinada em função da ponderação dos critérios volume de negócios, emprego, n.º de empresas, entre outros.
RESULTADO CORRENTE
Resultado operacional + resultado financeiro.
RESULTADO LIQUÍDO
Diferença entre o total de proveitos e o total de custos (resultado), podendo ser positiva ou negativa, sinónimo de prejuízo ou lucro, deduzida do imposto sobre o rendimento (líquido).
RISCO DE CRÉDITO
Incerteza de serem satisfeitos os pagamentos correspondentes ao crédito concedido.
RISCO DE INCUMPRIMENTO
Incerteza do cumprimento de compromissos acordados.
RISCO DE TESOURARIA
Incerteza de existirem rupturas de tesouraria que levem ao incumprimento de compromissos de pagamento.
RISCO FINANCEIRO
Incerteza do resultado líquido ser negativo.
RISCO ECONÓMICO
Incerteza do resultado de exploração (operacional) ser negativo.
RISCO POTENCIAL
Risco a que determinada entidade pode estar sujeita, se se verificarem as condições necessárias para tal. Não significa que o risco seja inevitável, é apenas um factor a ter em consideração.
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SCORE @RATING
O Score @rating é um sistema de avaliação que mede a probabilidade de insolvência de uma empresa, para o período de 12 meses.
SECTOR
Conjunto de entidades que exercem a mesma actividade económica principal.
SEDE
Local onde uma empresa (comercial, industrial, agrícola) tem o seu principal estabelecimento ou o centro de expediente.
SEGUROS
Contrato pelo qual o segurado se obriga ao pagamento de uma certa quantia e o segurador se compromete a indemnizar o primeiro ou um terceiro, no caso de se verificar qualquer dos riscos assumidos; protecção.
SEGMENTAÇÃO
Acto de dividir o mercado em segmentos ou grupos homogéneos em função das características sectoriais, regionais, de dimensão rácios financeiros das empresas, tendo em vista a selecção de grupos alvo.
SISTEMA PERICIAL
Sistema de avaliação em que o perito é substituído por um modelo de análise "automático".
SITUAÇÃO ACTUAL
Situação actual da entidade em termos económico-jurídicos (situação da actividade, situação jurídica).
SÓCIOS
Indivíduo(s) que faz(em) parte de uma empresa ou associação.
SOLVABILIDADE
Capacidade da empresa para solver os seus compromissos a médio e longo prazo.
Aptidão da entidade para honrar os compromissos de pagamento de dívidas nos prazos acordados.
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TITULARIDADE DOS BENS
Direito ou privilégio sobre um bem, direito de pertença
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UNIDADE
A unidade é o sistema monetário utilizado na Coface Serviços Portugalpara todos os Serviços de Crédito e para alguns serviços de Marketing. A cada unidade corresponde sempre um valor em Euros e Escudos, funcionando como forma de acesso à informação.
UNIVERSO SECTORIAL
Universo estimado do sector de actividade determinado a partir da Base de Dados da Coface.
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VAB
Valor Acrescentado Bruto - É a diferença entre o "valor bruto da produção" (produção vendida, armazenada, imobilizada, vendas de mercadorias, subsídios à exploração, proveitos suplementares) e os "consumos intermédios" (custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas, fornecimento e serviços externos, impostos indirectos)
VIGILÂNCIA 24 HORAS
Produto da Coface Serviços Portugal que vigia atentamente o dia-a-dia das entidades empresariais, previamente seleccionadas, detectando alterações relevantes.
VOLUME DE NEGÓCIOS
Valor real de vendas de mercadorias, produtos e prestação de serviços, em Euros ou Escudos, realizado por uma determinada entidade num período temporal definido, o qual é normalmente de 1 ano.
Vendas (mercadorias, produtos) e prestações de serviços.
VOLUME DE VENDAS
Valor real de vendas de mercadorias e produtos, em Euros, realizado por uma determinada entidade num período temporal definido, o qual é normalmente de 1 ano.
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